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sábado, 21 de julho de 2012

Sobre os outros amores

Meus outros amores não são menos amados que o amor atual, não. São somente amores exauridos, que de exaustos, se transformaram; retiraram o romantismo de sua essência.

A cada um envio meu melhor desejo de felicidade, despido de ciúmes, ressentimento ou qualquer outro sentimento vil, assim como desejo não ter deixado nenhuma magoazinha encravada no canto do peito de ninguém. Se porventura deixei, acho que o tempo já se encarregou de apagar e deixar só as melhores lembranças.

Afinal, nós somos isso: pedacinhos de histórias que vão sendo modificados, marcados, tragados, cuspidos, aprendendo com cada uma delas a sermos mais leves e dar importância ao que realmente interessa.
Eu dei o que pude a cada um que atravessou meu caminho e acho que tive o melhor que cada um pôde me dar também. Sim, eu sei que tive. Isso me faz muito mais consciente das coisas sobre o amor. E que amor sozinho não serve pra muita coisa, mas amor com coragem é revolucionário. Nem que seja uma revolução grande num só par de mundos -- e que eu tô louca pra experimentar!

É como aquelas coisas clichés que se fala: é pular sem rede, é apostar todas as fichas, é o grand finale da dupla que, finalmente, após tanta dificuldade, consegue vencer os obstáculos e simplesmente viver junto, como a história definitiva e ímpar do pedacinho que resta da vida de cada um.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Aguenta firme aí só mais um pouco


É saudade em estado bruto.
Violenta, quente, forte, cortante, arrebatadora.
Definitivamente, saudade.
Em todas as suas formas... líquida, cinza, quase palpável.
Lenta, indiscreta, insolúvel.
Quase seca, quase branda, quase toda.

"A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar"Rubem Alves

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Do amor-presente

É um amor tão grande que nem me assusta, só me contenta.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Manual da boa auto-estima

Deixar acontecer e crescer à medida em que se é correspondido; se sentir que existe algo que estanca do lado de lá, começar a frear do lado daqui.
Resumindo: só soltar a corda quando acreditar que a recíproca é verdadeira. Se eu me entrego é porque acredito. Quem mais eu quero é quem bem me quer.

[Porque eu acho engraçado quando ele me pede pra acreditar no que ele sente, como se não fosse nítido pra mim desde o início. Como se eu pudesse me jogar assim, desse jeito intenso, em algo nebuloso. Nope!]   

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Enquanto espero

Saudade mata?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

The man i love

Someday he'll come along
the man i love
and he'll be big and strong
the man i love
and when he comes my way
i'll do my best
to make him stay


(...)


Such a beautiful song of hope that was not causing any effect in me lately. But now... now "i'll do my best to make him stay" makes all the sense. The best part is that it seems he wants to. And just for that i get touched and love even more the man i love. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Soundtracks

Antes era assim:
"Por você eu tenho medo de me apaixonar; eu tenho medo de não me apaixonar."

Agora é: 
"Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval!"

E ainda estamos em janeiro.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

2011 que vai, 2012 que vem

2011 foi, até final de novembro, o ano da desesperança.

Achava até que havia secado por dentro, acabado com toda quota de amor que a um ser humano foi entregue pra gastar em uma vida, tamanha era a descrença de que algo ou alguém realmente (im)pulsante pudesse me acontecer. 
Aconteceu, mas -- como sempre tem que haver um "mas" -- assim como nos meus últimos "ensaios de relacionamento", ele mora e é de longe. Porém, é um longe tão perto e presente, um acolhimento tão amoroso, tilintante de felicidade que é capaz de transformar todo o drama da distância em mais uma mera dificuldade imposta pela vida que sabemos exatamente quando e onde será superada. A alegria desse encontro é tão grandiosa que sei que poderia esperar o tempo que fosse preciso por ele -- e, ainda bem, nem vai ser tanto tempo assim.

Dessa forma, 2012, ano par (já falei da minha preferência boba por anos pares), virá radiante, cheio de planos, esperança (!) e muito, muito amor, porque o milagre do "acreditar" voltou com força total! Quem diria, hein, 2011?!

"I don't see what anyone can see in anyone else but you." 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

She's leaving your house, she had to get out

Preciso arrumar muita coisa que anda bagunçada demais dentro de mim, fora de contexto até.
Preciso de um presente. As coisas que passaram vão ficar lá pra sempre, se apagando cada dia um pouquinho mais. Não quero sumir junto com elas. Pode ser que haja uma certa repetição de padrão de comportamento, pode ser que não. Talvez mais do que optar/apostar, eu não tenha mesmo escolha. Viver é preciso.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O que vale a pena?

Vale mais ser massacrada dia-a-dia pelo nada (pague pela tristeza e leve grátis saudade) ou vale mais insistir num amor atualmente impossível e sofrer tudo mais uma vez, novamente? Sofrer junto sem perspectiva é melhor que sofrer separado, com o mundo de perspectivas aos nossos pés (mesmo que elas não se concretizem)?
Já não sei de mais nada. Cansei de duvidar e perguntar a mim mesma, só sei que "valer a pena" é a única coisa da qual precisamos nos convencer sobre o futuro.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O que incomoda

É não saber viver sem pertencer.
Volta auto-suficiência! Agora! É uma ordem! - enxugando as lágrimas de mulherzinha. Aff!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Desejo = tempo em suspenso

"A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa."

[Lenine]



Vida doida, essa.

domingo, 21 de agosto de 2011

Sunday morning

É preciso ser forte pra manter uma decisão baseada na razão, enquanto o coração teima em sonhar o improvável.

E o fantasma da solidão ronda. Eu espanto ele com os livros, fiéis companheiros. Aos domingos é um pouco mais difícil.

Fundo musical:
Sunday morning, praise the dawning, it's just a restless feeling by my side. [Velvet Underground]

http://www.youtube.com/watch?v=zZXZ2wWmARY&feature=related

domingo, 17 de julho de 2011

Pacto de liberdade

E cada vez que acordamos sermos mais livres, mais o meu coração opta por amá-lo.
Um amor que não se completa, mas que está sempre muito disposto a tentar.

sábado, 16 de julho de 2011

Belém em julho

Entre emails inusitados, caixa de alfajores, livros que comprei a serem lidos com tranquilidade todos esse mês. A casa e a cidade inteira só pra mim. Calmaria feliz.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Escrevo cartas pra ninguém

"Por mais que eu tente sublimar a cobrança e a pergunta se um dia vc ainda vai resolver  'me querer de volta' , ela vai estar sempre ali, camuflada na forma de qualquer outra pergunta."

"Insistir em tentar descobrir se vc ainda sente um resquício de amor por mim estando com outra pessoa há mais de 1 ano é, no mínimo, falta de amor próprio."  

Faz bem saber que eu já disse tudo que queria ter dito, apesar de que ler essas coisas traz sempre a dor novinha em folha de volta. Fazia tempo que eu não chorava, muito tempo mesmo, e isso me dava uma sensação de superação. Mas agora... não que eu não tenha superado, o problema é que o monstrengo da solidão (que adora aparecer domigo à noite) faz a gente vasculhar o the best of da vida, e adivinha quem está lá? Pois é. Eu não acredito numa volta, sinceramente não. Nem que chegasse o dia tão sonhado de ouvir a sua voz me pedindo pra voltar, como já aconteceu uma vez. Juro. Não há meio de perdoar o abandono de um projeto de felicidade, construído com tanta doçura e sem esforço nenhum: éramos apenas nós mesmos, sem muita noção do tesouro que tínhamos nas mãos. Depois de tanto rodar pelo mundo, conhecer gente, sei exatamente o valor daquilo e, pensando bem, vc tinha noção sim, porque lembro que dizia que o que nós tínhamos era "um em um milhão" - e eu achava um exagero. Essa sua noção só contradiz o resto da história, que eu já desisti de entender há tempos. Hoje o que eu quero é relativamente simples: crer que um raio pode cair duas vezes num mesmo local. Enquanto isso não acontece, nada se ilumina, só chove.

domingo, 1 de maio de 2011

Maternidade desviada

A não-maternidade é uma opção que vai se consolidando. O engraçado é que parece que isso torna o amor pelos meus amigos cada vez mais maternal. Talvez pra dar vazão. Ou talvez pq eles sejam mesmo tão maravilhosos que me fazem querer ter o poder de protegê-los de todo e qualquer mal.

PS.: Eu incluo a minha mãe entre meus amigos e o meu amor por ela tb tem se tornado muito maternal, rs.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Veneno antividachata

Se ao menos eu conseguisse desapegar de tudo que me faz mal e ver que a minha grama é ou pode ser tão verde quanto a do vizinho.

Saudades de um coração saltitante - não que eu seja triste, mas é uma luta diária e eu tô cansada de coisas, pessoas, lembranças, objetivos, passado, futuro e essa névoa. Bendito seja o sono. 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Humor e sensibilidade

"Promete que a gente vai ser muito feliz em abril?"

Tudo que ela queria era um simples sim. Sorriria e a conversa se encerraria ali, mais leve. E não todas aquelas explicações racionais nada românticas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Início de ano + chuva = nostalgia

Estar viva e desperta à efemeridade da vida me dá uma sede dela e daí vem minha dificuldade em me concentrar em uma coisa só.
E ainda o peso dessa nostalgia no peito. O peso das coisas que eu não pude entender e daquelas que me vejo incapaz de perdoar - como se alguém precisasse do meu perdão; presunção demais. Só eu preciso do meu perdão pra seguir mais leve.